Aumento dos casos de microcefalia relacionada ao zika vírus em bebês preocupa as gestantes, que precisam adotar algumas medidas de proteção.
A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico menor que o normal, que habitualmente é igual ou superior a 33 cm. Esse defeito congênito pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos (infecciosos) como bactérias e vírus e radiação.
É possível detectar a microcefalia no pré-natal. No entanto, o diagnóstico só é feito após o nascimento do bebê. O primeiro exame físico faz parte da rotina nos berçários e deve ser feito em até 24 horas após o parto. Este período é um dos principais momentos para se realizar a busca ativa de possíveis anomalias congênitas.
ORIENTAÇÕES PARA AS GESTANTES – É importante que as gestantes realizem um pré-natal completo, com todos os exames previstos nesta fase. E tenham os cuidados habituais para uma boa gestação, como não consumir bebidas alcoólicas ou qualquer tipo de drogas e não utilizar medicamentos sem a orientação médica. Qualquer alteração que acontecer durante a gestação deve ser relatada aos profissionais de saúde que a acompanham.
As medidas para prevenir as picadas do mosquito Aedes aegypti precisam ser reforçadas. Por isso, as gestantes devem manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de mangas compridas e repelentes indicadas para o período da gestação.
Uso de repelentes também faz parte dos cuidados das grávidas contra o Aedes aegypti.
Com o crescimento dos casos de microcefalia relacionada ao zika vírus em bebês, a atenção com a saúde das gestantes tem sido redobrada. Só no ano passado, foram notificados mais de 1.700 casos suspeitos da condição neurológica em 422 cidades brasileiras, reforçando a importância do combate ao mosquito Aedes aegypti, que também transmite a dengue, a febre chikungunya, a febre do Mayaro e a febre amarela. Por isso, alguns cuidados que já fazem parte da rotina da população devem ser aumentados:
– Adoção de medidas que eliminem os mosquitos transmissores de doenças e seus criadouros: retirar recipientes com água parada e cobrir adequadamente locais de armazenamento de água;
– Proteção contra mosquitos, com portas e janelas fechadas ou teladas;
– Uso de calça e camisa de manga comprida e com cores claras;
– Mosquiteiros proporcionam boa proteção pra aqueles que dormem durante o dia, como bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos;
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Fonte: porfullrepel
Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde